segunda-feira, 14 de junho de 2010

Acompanhe os fatos:

No dia 04 de maio, visitando o site do SINTE estadual, ficamos sabendo que teria uma reunião com representantes de escolas para tratar das eleições regionais, ressaltando que nenhum outro documento chegou às escolas informando sobre esse espaço. Sendo assim, a participação da categoria foi mínima (apenas cinco professores).

Mais do que nunca vimos à necessidade de construir uma chapa de Oposição. Então, conversamos com colegas de escolas mais próximas para que pudéssemos compor uma chapa, considerando o curto prazo para inscrição. Uma vez composta a chapa surgiram os mais diversos obstáculos: 1º ) Comissão Eleitoral totalmente atrelada a atual gestão do sinte (chapa 2); 2º )Após a inscrição da nossa chapa, surgiu o pedido de impugnação realizado pela atual coordenadora do sinte, Sílvia Betina Wamser Lindner, partindo da justificativa de que duas professoras da nossa chapa (Ada e Sônia) seriam inelegíveis, pois não participaram do Ato Público do dia 16 de março, considerando esse ato como Greve da categoria a Comissão Eleitoral, comprovando que o referido ato não foi greve.

A Comissão avaliou o recurso e, como era de se esperar decidiu pela continuidade da impugnação sem nenhum documento comprovando a inegibilidade dos nomes; 4º ) Seguindo o regimento eleitoral, decidiu-se encaminhar o recurso a 2ª instância, solicitando uma Assembléia Regional para que a categoria democraticamente julgasse.

No entanto, Sandro Luiz Cifuentes (a única pessoa presente na sede do sinte) recusou-se a receber o recurso, retirando-se do local e fechando as portas; 5º ) Recorreu-se, então, a Comissão Eleitoral Estadual que nos deu parecer favorável no dia 08 de junho, ou seja, a nossa chapa (Chapa 1) foi homologada, está apta a participar das eleições. Finalmente a verdade prevaleceu: Ato Público não é greve e os nomes das professoras citadas são totalmente elegíveis, de acordo com o nosso estatuto.

Esses fatos comprovam a impossibilidade que os atuais dirigentes do sinte apresentam em dialogar com as pessoas que se posicionam contrários as suas práticas e sua política de atrelamento do sindicato e distanciamento da categoria.

Diante disso, reafirma-se a necessidade de construir uma outra alternativa para o nosso sindicato. Um sindicato para que represente de fato os trabalhadores em educação, que assuma a importante tarefa de coordenar as lutas históricas defendidas pela categoria como melhores condições de trabalho, conquistas salariais, defesa da escola pública, democrática e de qualidade.

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